Defesa do patrimônio
Respeitar o direito de propriedade e valorizar quem investiu no JTR.
Seu apartamento é patrimônio, investimento e projeto de vida. Uma boa gestão respeita todas essas histórias.
Respeitar o direito de propriedade e valorizar quem investiu no JTR.
Revisar gastos, planejar melhor e administrar cada recurso com transparência.
Ouvir antes de decidir e construir soluções com equilíbrio e participação.
Acreditamos em decisões construídas com diálogo, planejamento, transparência e respeito ao patrimônio dos proprietários.
Avaliar decisões que afetem o uso e o valor dos imóveis com diálogo, responsabilidade e segurança jurídica.
Examinar contratos, despesas recorrentes e prioridades para buscar eficiência e economia.
Realizar análise técnica e financeira do modelo atual e de suas cobranças mínimas.
Tornar receitas, despesas, contratos e decisões mais claros e acessíveis aos proprietários.
Avaliar a contratação periódica de auditoria externa para fortalecer o controle das contas.
Facilitar a participação de proprietários e comerciantes, inclusive à distância.
Promover a revisão da Convenção e do Regimento Interno com ampla participação dos condôminos.
Definir prioridades, orçamento e metas com acompanhamento periódico.
Outras sugestões poderão ser avaliadas em grupos de trabalho e apresentadas aos condôminos.
Advogada de Família. Candidata a Síndica Geral do JTR.
Ao longo de sua atuação profissional, a Dra. Roberta aprendeu que ouvir todas as partes é o primeiro passo para construir soluções equilibradas e duradouras.
É essa experiência de escuta, mediação, diálogo e responsabilidade que pretende levar para a administração do JTR.
Seu apoio fortalece um movimento por um JTR que respeita o patrimônio, administra com responsabilidade e ouve os condôminos.
Seus dados serão utilizados exclusivamente para organização e contabilização dos apoios à campanha e não serão divulgados publicamente.
Não. A candidatura representa todos os proprietários que defendem respeito ao patrimônio, boa gestão, transparência e diálogo — mora quem mora, aluga quem aluga.
Revisar gastos, planejar prioridades, prestar contas com clareza e avaliar impactos técnicos e financeiros antes de decisões relevantes.
Não. Edifício, unidade, nome e contato são usados apenas para organização e contabilização interna dos apoios. Não são divulgados, vendidos nem compartilhados com terceiros.
Não. A proposta é construir decisões equilibradas, responsáveis e amplamente debatidas — com a Convenção e o Regimento Interno revistos junto com os condôminos.
A declaração ajuda a campanha a conhecer sua base, organizar o diálogo com os proprietários e lembrar cada apoiador da assembleia do dia 18 de agosto.
No dia 18 de agosto, escolha uma administração que respeite o patrimônio, cuide dos recursos e ouça os condôminos.
Seu apoio está registrado. Agora falta a parte mais importante:
18 de agosto de 2026, 19h00 — primeira convocação.
Mande esta mensagem no grupo do prédio: